Recordar 13 de Janeiro é evocar a sistemática política da democracia, da liberdade de expressão, dos direitos, liberdades e garantias para todos os cabo-verdianos.

13 de Janeiro é tempo de reflexão. Ideal de levarmos o País a voltar a sonhar e a alargar a visão que os cabo-verdianos devem ter da sua própria terra. No fundo é alargar o sentimento de pertença, que deve estar alinhado ao processo de globalização, cultivando o amor patriótico, num Cabo Verde que deve apostar na igualdade de acesso às oportunidades económicas e num Cabo Verde exigente, onde todos os seus cidadãos sejam vencedores.

Este dia veio a conferir mais responsabilidade, mais confiança individual e coletiva, permitindo a identificação, fazendo que o processo de desenvolvimento fosse verdadeiramente sustentado e irreversível, fazendo com que os cabo-verdianos assumissem a autoconfiança, a democracia, o debate democrático e a liberdade de expressão, enquanto causas sagradas inseridas no bojo da expressão desse novo ponto de viragem de Cabo Verde.

Liberdade e democracia é segurança, é poder caminhar em espaços urbanos seguros, resolver conflitos de forma pacífica, integrar as comunidades, entre tantas outras coisas. É também o respeito à vida, liberdade e dignidade, a busca pela proteção dos indivíduos contra ameaças como fome, doenças, degradação ambiental, tráfico de drogas, o respeito à individualidade, às diferenças, e tudo mais que garanta ao individuo exercer, efetivamente, o seu poder de cidadão.